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  • Psicologia Clínica - Online | Lisboa

    Membro Efectivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP), com o nº 8770. Membro Fundador da Associação Portuguesa de Psicanálise e Psicoterapia Psicanalítica (AP). Sócio no 22 da Associação Portuguesa de Psicologia (APP). Licenciado em Psicologia (Área de Clínica), em 1985, pela FPCE-UL. Mestre em Psicopatologia e Psicologia Clínica, em 1993, pelo ISPA. Teve como supervisor clínico - António Coimbra de Matos.     É Director Clínico da Repetição e Diferença desde 2008. Tem supervisionado a intervenção em Necessidades Educativas Especiais, realizada por esta clínica. Fez grupanálise pessoal. A exercer psicologia clínica, em regime liberal, desde 1986. Realiza supervisão de consulta e intervenção psicológica, para psicólogos clínicos, desde 1996. Assistente de Psicopatologia (Geral e do Adulto), no ISPA entre 1990 e 2009. Neste Instituto, dirigiu ainda o Tema Avançado de Comportamentos Aditivos, e os Seminários de Estágio e de Monografia, do 5º ano da Licenciatura (pré-Bolonha) em Psicologia (Área de Clínica). No âmbito dos Planos Dom e Ser +, da Segurança Social Portuguesa, é supervisor de Lares de Infância e Juventude desde 2008. Orientador estágios Ordem.

  • Terapia da Fala - Online

    Gaguez, voz, afasia, disfagia, leitura e Escrita, alimentação, são algumas das áras da Terapia da Fala.

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  • Rumo ao Equilíbrio

    Sentada à beira mar numa tarde ventosa com o mar picado, não pude deixar de reparar num pai com a filha a entrar no mar com uma prancha de paddel surf. Pareciam-se fisicamente, ambos esguios de constituição atlética e pele clara. Subiram ambos de joelhos para a prancha, remos numa das mãos, pai de cabelo branco à frente, filha de cabelo apanhado num rabo de cavalo, atrás. Começaram a remar tranquilamente até se afastarem o suficiente da zona de banhistas. Tentaram levantar-se os dois na prancha, primeiro um, depois o outro, à vez, num jogo de equilíbrio difícil de coordenar. E foi neste jogo que prenderam a minha atenção. Fizeram várias tentativas e, em cada uma delas, um ou ambos caíam à água. Entre risos voltavam a subir para a prancha, trocavam posições, alternavam a ordem de quem era o primeiro a levantar-se em busca de um equilíbrio mínimo para que o outro se levantasse também. Tentaram até que o cansaço ou o frio permitissem. Tentativas vãs. Resignaram-se a um passeio de joelhos na prancha até voltarem à beira-mar. Chegaram cúmplices e, entusiasmados partilharam as peripécias da experiência com os restantes familiares que tinham assistido divertidos, àquele jogo. Enquanto observava os esforços daquele par, pensei em como aquela cena representava tão bem as relações entre pais e filhos. Uma busca permanente de equilíbrio, num desequilíbrio quase constante, um jogo de coordenação e encaixe entre duas pessoas, uma dança que necessita da medida exacta de força e leveza para poder ganhar asas e parecer fácil aos olhos de quem assiste. Tal como este pai e esta filha a tentarem levantar-se numa prancha de paddel assim é a construção da relação com os filhos, uma tentativa infindável para chegar a um equilíbrio que, ao não ser estático, está sempre na eminência de um novo desequilíbrio, de uma nova queda que os obrigará a experimentar novas abordagens, a reavaliar a situação, a posicionar-se de forma diferente para voltar ao tão desejado status quo. Enquanto o jogo de equilíbrio entre este pai e filha estava envolto em risos e descontracção pela própria situação, na construção da relação com os filhos a vivência dos equilíbrios e desequilíbrios vem, normalmente, acompanhada de angústia o que torna o caminho sinuoso e de difícil visibilidade. Essa falta de visibilidade, a incerteza do caminho, do que se encontrará pela frente e o que isso pode significar para a relação entre ambos, marcam a diferença desta vivência. Na situação descrita, pai e filha tinham um objectivo claro, comum, pôr-se de pé na prancha, não assumindo qualquer risco em caso de fracasso. Na relação pais filhos qual será o objectivo? Terem uma boa relação? E, se assim for, o que significa isto de ter uma boa relação? E qual o risco e consequência se não a atingirem? É aqui que, inevitavelmente, entra a nossa história e, com ela, as nossas necessidades, desejos, expectativas. mais ou menos conscientes. As expectativas, vinculadas a ideais de relação que provêm muitas vezes de necessidades, irão comandar o curso do caminho destas relações. Os pais, com as suas expectativas, tomam a dianteira da relação e do percurso com a responsabilidade de guiar, de decidir qual o caminho, de orientar e alertar para os perigos que existam, por serem quem tem mais experiência e que maior protecção pode dar. No entanto, os filhos não são apenas sujeitos passivos neste trilho, têm as suas necessidades, desejos, vontades e pouco a pouco vão construindo também as suas próprias expectativas. Se os pais que vão à frente no caminho não tiverem um olhar atento aos filhos que vão atrás e ao que eles vão dizendo, seja expresso por choros, birras, gargalhadas, palavras, gestos ou atitudes, que equilíbrio pode ser alcançado? É um caminho que vai ficando cada vez mais solitário e desequilibrado. É na conjugação entre necessidades e expectativas de ambos os lados que se pode almejar o equilíbrio. Os desequilíbrios que as relações vão tendo são estes permanentes reajustes de desejos e expectativas que a construção da relação traz e que levam o seu tempo para ser conjugados. Esta conjugação não é a idealizada por nenhum dos lados mas é a satisfatória para ambos. Uma terceira via, uma solução intermédia que satisfaz parcialmente cada uma das partes. E se há um desfasamento natural, a princípio, do peso que cada um tem na relação, este vai diminuindo à medida que os filhos vão crescendo e tendo mais força e mais peso, conseguindo expor melhor o que querem ou necessitam. Voltemos ao exemplo da prancha. É mais difícil levantarmo-nos na prancha a dois que sozinhos. Se cada um deles tivesse ido sozinho ter-se-ia levantado e dado o seu passeio remando de pé na prancha. A dois tiveram de fazer um jogo de forças entre o seu peso, a posição em que estavam, o vento, a intensidade que davam ao movimento para se içar ou manter a prancha estável enquanto o outro se levantava. O esforço é infinitamente maior, mas nestas tentativas vão-se conhecendo, vão percebendo o peso de cada um, vão respeitando-se e adequando a dosagem certa de forças para que possam alcançar a estabilidade. Se analisarmos este exemplo da prancha ao longo do crescimento e construção da relação pais/filhos podemos ver cenários diferentes ao longo do tempo: - quando os filhos são bebés subir para a prancha não suporia uma dificuldade acrescida em termos de peso ou força que teria se os pais subissem sozinhos. Não se levantariam na prancha com a mesma leveza tendo em conta o peso da responsabilidade de carregar um bebé e toda a carga emocional envolvida no movimento. No entanto, levantarem-se ou não na prancha depende quase exclusivamente dos pais; - quando os filhos são crianças o peso que têm continua a ser relativamente pouco comparado com o dos pais e são estes os que têm de fazer a gestão do seu peso na prancha para que ambos se consigam levantar. Apesar de já não terem que carregar com o filho ao colo têm o desafio de gerir a sua irrequietude física, a agilidade ou o medo deste para que não sejam factores de desequilíbrio; - quando os filhos são adolescentes há um ajuste de forças e pesos inevitável para que ambos se possam levantar na prancha. Apesar dos pais continuarem a ter uma maior preponderância na gestão deste equilíbrio, os filhos têm um papel de suma importância e relevância para o alcançar. É um jogo de forças, tenso mas necessário em que os filhos querem afirmar o seu peso, o seu espaço e o seu movimento e os pais, muitas vezes, a não quererem aceitar que já não têm o domínio total no desfecho daquela disputa. - quando os filhos já são adultos deveriam existir condições para uma responsabilidade partilhada na forma como ambos sobem e se levantam na prancha. A rapidez com que se alcança o equilíbrio vai depender da forma como os pais foram dando espaço e peso aos filhos nas etapas anteriores. Quanto mais ajustes fizeram entre eles no passado, melhor se conhecem e mais preparados se encontram para saber a conta certa de peso de cada um para não se desequilibrarem na prancha. Os filhos que ao longo deste processo não colocaram o seu peso na prancha, não reivindicaram o seu espaço, não quiseram nem necessitaram nada, são os que menos desequilíbrios vão gerar. No entanto, apesar de serem mais “fáceis” de lidar porque apenas assentem, obedecem e seguem, são os que mais tarde terão mais dificuldade em se levantar na prancha porque nunca se sentiram parte do processo, porque não tiveram oportunidade de aprender, por tentativa erro, a posicionar-se e a gerir o seu peso e o dos outros, porque não caíram. É importante que os pais deixem que os filhos experimentem, ganhem autonomia e peso na responsabilidade para que se possam sentir parte do processo, sabendo que a queda é inevitável, mas essencial. Dar olhar e voz às expressões dos filhos, apesar de difícil de lidar porque obriga a concessões, questionamentos, dúvidas e a um reequacionar constante, é o que levará as relações a crescerem até se atingir um equilíbrio mais ou menos estável. A relação com os filhos constrói-se a dois caso contrário é uma relação dos pais com uma extensão de si próprios.

  • DISSEMINAR NÃO É INCUBAR - MANIFESTO DO DISSEMINÁRIO R&D

    "Where is the Life we have lost in living? Where is the wisdom we have lost in knowledge? Where is the knowledge we have lost in information?" (T. S. Eliot, The Rock, 1934) Escritas há quase cem anos, ainda no início da idade da informação, as palavras do grande poeta ressoam uma desilusão que desde então não deixou de se acentuar. A qual, particularmente neste momento, onde à delirante guerra da Ucrânia se acaba de juntar o não menos insano ataque do Hamas, quasi só se pode ouvir como uivo ou agonia. Apenas antecedidas, quatro anos antes, por O Mal Estar na Civilização, e sete anos anos antes, 1927, por O Futuro de Uma Ilusão, ambos de S. Freud, constituem uma trilogia que dá conta de há já muito se aperceber uma inquietação, cuja inércia do movimento moderno tem evitado pensar. Mas o ignorar só pode conduzir à ignorância, a qual está destinada a falhar dada a pungência do quotidiano tardo-moderno. A psicologia clínica, e mormente a psicoterapia psicanalítica, mais que uma coisa que se faz nos gabinetes dos espaços da saúde mental é uma atitude de escuta e indagação que se justifica sempre que se trata de comportamento humano. Não é o local nem o objecto que a definem, mas sim essa atitude treinada, teoricamente sustentada e sempre alicerçada no escrutínio pessoal do seu agente. Lembro-me de, por mais de uma vez, ter ouvido Carlos Amaral Dias afirmar que, não obstante a publicação em 1895 de Estudos Sobre a Histeria, e em 1899 de A Interpretação dos Sonhos, ser com A Psicopatologia da Vida Quotidiana, de 1901, que Freud alcança uma teoria geral do comportamento, uma psicologia, um para além do esclarecimento dos mecanismos do sub-conjunto dos neuróticos [acrescentar-lhe-ia, por idiossincrasia, O Chiste e suas Relações com o Inconsciente] Espero que os parágrafos anteriores tenham justificado porque um espaço de comunicação e reflexão em psicologia, como se pretende este Disseminário, deva extravasar dos perímetros dos consultórios. É-lhe natural e necessário, pois se Seminário é um viveiro de sementes, com o que isso implica de cuidados e melhoramentos, Disseminar trata de um espalhar, de um derramar – tem muito de cornucópia e trans-bordamento, tal como tem muito de antípoda de cantos e recantos, úteis apenas para o desenvolvimento dos bolores. Regressando à citação em epígrafe; justifica-se uma atitude que aspire criar conhecimento a partir da informação e sabedoria a partir do conhecimento, o seu nome e topónimo são Disseminário R&D. P.S.: - Apenas dois apontamentos quanto à vida perdida no viver: i) não sei de viva vivida que não seja um perdimento; ii) que o cauto leitor tome o anterior como garantia que não pretendemos educar, instruir ou adestrar, isso é para os que, certos e seguros, não perdem na vida senão o viver. Pronto para perder duas horas no nosso Disseminário? Luís Sousa Ribeiro Moderador do Disseminário R&D

  • Tempo e luto

    Tudo na natureza ostenta beleza, contudo, tudo na natureza encontra o seu fim, logo, tudo na natureza é terrível. Este conceito emergiu numa discussão entre dois amigos durante um passeio pelos Alpes Suíços. Um deles era um bem conceituado psicanalista, e o outro, um poeta também já amplamente reconhecido naquela época. O primeiro era Sigmund Freud, e o segundo Rainer Maria Rilke. A narrativa deste passeio encontra-se registada num texto de Freud datado de 1915, intitulado "Sobre a Transitoriedade". O passeio Nas palavras de Freud o passeio é descrito da seguinte forma: “Não faz muito tempo empreendi, num dia de verão, uma caminhada através de campos sorridentes na companhia de um amigo taciturno, um poeta jovem mas já famoso. O poeta admirava a beleza do cenário à nossa volta, mas não extraia disso qualquer alegria. Perturbava-o o pensamento de que toda aquela beleza estava fadada à extinção, de que desapareceria quando sobreviesse o inverno, como toda a beleza humana e toda a beleza e esplendor que os homens criaram ou poderão criar. Tudo aquilo que, em outra circunstância, ele teria amado e admirado, pareceu-lhe despojado de seu valor por estar fadado à transitoriedade.” “Sobre a Transitoriedade”. Texto de S. Freud (1916/1915). Retirado do vol XIV das Obras Completas – Ed. Imago. Luto e Transitoriedade A ideia de que o fim das coisas as envia para o nada, tanto nas artes, como na natureza, como nas sensações, é rejeitada por Freud. Parece-lhe ingénuo pensar que a beleza não consegue escapar ao nada e ao poder da destruição. Na natureza, por exemplo, existe uma renovação constante e uma beleza também ela constante. A flor da Dama-da-Noite (Epiphyllum Oxipetalum) dura uma só noite, isso não lhe retira beleza. É precisamente nessa escassez de tempo que reside a beleza das coisas. A flor morre mas com ela não morre a beleza das flores, essa transita de flor em flor em direcção ao infinito. É uma beleza infinita, tão infinita como a presença em nós, das pessoas que perdemos. Quando alguém que amamos morre, o amor que lhe era dirigido transita para nós e fica connosco até encontrar espontaneamente um novo alvo, é desta forma que se faz um processo de luto. A transitoriedade do amor é porém extremamente dolorosa, todos o sabemos. A conversa com Rilke ocorreu durante o início da Primeira Guerra Mundial, num tempo muito difícil no qual a maior parte das pessoas já estava de luto por alguém que tinham perdido em combate. Era por esta razão compreensível a revolta do poeta com o fim das coisas em seu redor. Porém, a preocupação intelectual com o fim das coisas era na verdade uma forma de fugir à dor do luto. Para o poeta, a impossibilidade de apreciar eternamente a natureza retira-lhe valor. Para o psicanalista, a impossibilidade de investimento nas pessoas que perdemos é compensada por um maior investimento em nós próprios, o que não lhes retira valor. Eternidade no pulso Há pessoas que nunca deixam de existir dentro de nós, mesmo após a sua morte, os relógios que sobrevivem aos seus donos recordam-nos isso mesmo. Na campanha Generations da marca de relógios Patek Philippe há um slogan acerca deste assunto: “Nunca somos verdadeiramente donos de um Patek Philippe. Apenas cuidamos dele para a geração seguinte”. A transição dos relógios entre gerações permite continuar o espírito da família de uma forma muito especial. Olhamos para um relógio e sabemos que ele, como nós, luta pela vida. Se for resistente identificamo-nos com a sua resistência, se for preciso identificamo-nos com a sua precisão e a sua beleza passa a ser nossa também. Os materiais dos relógios são contudo perecíveis, sabemos que o ciclo de renovações, por mais eficaz que seja o nosso relojoeiro, tem um fim. Por esta razão quando os relógios são muito antigos usamo-los menos, garantimos apenas o seu funcionamento. É o jogo da eternidade, queremos os melhores relógios, fazemos tudo para que durem para sempre. Seja de Dama-da-Noite em Dama-da-noite, seja de geração em geração, há alguma coisa que transita, é aí que reside a beleza de que Freud falava e que Rainer Maria Rilke se recusava a perceber.

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  • Novidades | Repetição eDiferença

    Acerca de Catarina Caldeira 29 de nov. de 2023 5 min Rumo ao Equilíbrio Sentada à beira mar numa tarde ventosa com o mar picado, não pude deixar de reparar num pai com a filha a entrar no mar com uma prancha(...) 143 0 7 curtidas. Post não marcado como curtido 7 Luís Sousa Ribeiro 24 de out. de 2023 2 min DISSEMINAR NÃO É INCUBAR - MANIFESTO DO DISSEMINÁRIO R&D Este é o manifesto do Disseminário RD, um conjunto de conferências com início em 27 de Outubro de 2023. 53 0 Post não marcado como curtido Nuno Margalha 17 de jul. de 2023 3 min Tempo e luto Tudo na natureza é belo, contudo, tudo na natureza encontra o seu fim, logo, tudo na natureza é terrível. Uma conversa entre Freud e Rilke. 50 0 Post não marcado como curtido Catarina Caldeira 29 de nov. de 2023 Rumo ao Equilíbrio Sentada à beira mar numa tarde ventosa com o mar picado, não pude deixar de reparar num pai com a filha a entrar no mar com uma prancha(...) 143 0 7 curtidas. Post não marcado como curtido 7 Luís Sousa Ribeiro 24 de out. de 2023 DISSEMINAR NÃO É INCUBAR - MANIFESTO DO DISSEMINÁRIO R&D Este é o manifesto do Disseminário RD, um conjunto de conferências com início em 27 de Outubro de 2023. 53 0 Post não marcado como curtido Nuno Margalha 17 de jul. de 2023 Tempo e luto Tudo na natureza é belo, contudo, tudo na natureza encontra o seu fim, logo, tudo na natureza é terrível. Uma conversa entre Freud e Rilke. 50 0 Post não marcado como curtido BOLETIM DA RD subscrever Obrigado! Acordos: Parceiros:

  • Joana Marques | Repetição e Diferença | Lisboa | Portugal | Psicoterapia

    Joana Marques Psicóloga Clínica Formação Brevemente Repetição e Diferença: Actualmente trabalha como Psicóloga no Agrupamento de Escolas Francisco de Arruda ​ Experiência profissional: Brevemente ​ Contactos: joana.icmarques@gmail.com

  • Joana Antunes | Repetição e Diferença | Lisboa | Portugal | Psicoterapia

    Joana Antunes Terapeuta da Fala Formação Licenciada em Terapia da Fala, pela ESSEM-Escola Superior de Saúde Egas Moniz desde 2007. Realizou 1º ciclo do mestrado em Desenvolvimento e Perturbações da Linguagem na Criança pelo IPS- ESS e, pós-graduação em Intervenção Terapêutica Motora Oral e Facial pelo Instituto EPAP. Realizou formação no método de Makaton, de Pecs (sistemas de comunicação por troca de imagens), possui Curso de Leitura e Escrita (Avaliação e Intervenção em dificuldades específicas de aprendizagem), Curso Avançado em Perturbações do Processamento Auditivo Central, entre outras formações e workshops. Repetição e Diferença: Atualmente é Terapeuta da Fala na Repetição e Diferença. ​ ​ Contactos: joanaantunes@repeticaoediferenca.com

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